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Hostel

A vida privada de cada um de nós compreende a sua intimidade, mas não se esgota nela. Afinal, como dizia a poetisa “Como se um grande amor cá nesta vida não fosse o mesmo amor de toda a gente!...”.

Hostel

A vida privada de cada um de nós compreende a sua intimidade, mas não se esgota nela. Afinal, como dizia a poetisa “Como se um grande amor cá nesta vida não fosse o mesmo amor de toda a gente!...”.

23
Ago18

@ Times Square

Luisa Brito

 

 

Times Square 4.jpg

 

 

Numa cidade que é uma salada russa (perdão, americana) de raças, etnias, formas de estar e vestir (ou despir...) que Times Square ilustra tão bem, recordamos de modo mais vívido: Os deliciosos hambúrgueres e as batatas fritas do Shake Shack. O calor estupidamente infernal e húmido de Agosto, nas plataformas do metro, a contrastar com o frio, por vezes gélido, das carruagens. O mesmo se passando com o exterior e o interior dos edifícios a rasar o céu. A pizza do John's de, literalmente, lamber os dedos, num espaço magnífico que outrora foi uma igreja. A magia de assistir ao Chicago no Ambassador, como milhões de outros nos últimos 15 anos (embora as produções do nosso La Féria ponham a encenação do Chicago num chinelo...). A sensação de déjà vu (e o revirar de olhos das miúdas - lá está ela outra vez...) na New York Public Library ladeada pelo seu (Bryant) parquezinho. O extravasar das comportas perante o memorial do Nine Eleven... A verdura apaziguadora do Central Park. Os donuts do pequeno-almoço no hotel. O odor inconfundível de Chinatown, o charme da, verdadeiramente little, Little Italy, a elegância do Soho, o encanto de Brooklyn do “outro lado da ponte”.

Especialmente, os afro-americanos (cerca de 1/4 da população de Nova Iorque) que juntamente com emigrantes, sobretudo asiáticos e hispânicos, constituem a engrenagem que faz NY rodar. Estão nos aeroportos, nos transportes, nos hotéis, nas lojas, nos restaurantes, nos museus e demais spots turísticos e no policiamento (ainda que pouco visível) das ruas. E enquanto que asiáticos e hispânicos, em geral e particularmente os mais velhos, são tímidos e pouco comunicativos, talvez também pela barreira linguística, os afro-americanos são uma explosão de alegria, uma verdadeira joie de vivre contagiante.  Mas acima de tudo, o rapaz do quiosque, onde um postal e um pin de “I love NY” mais um pouco e eram oferecidos... com um abracinho e um “beijinho” encomendado para o Ronaldo (adoro ser Portuguesa!). E discordo veementemente: not America first. Always People first!!!

 

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